Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Presidente colombiano divulga vídeos diante de corpos após operações militares

Abelardo De La Espriella celebrou ações contra grupos armados; decisão judicial restringiu bombardeios quando houver menores recrutados.

Presidente colombiano divulga vídeos diante de corpos após operações militares
Foto: Reprodução/x

O presidente Abelardo De La Espriella divulgou vídeos em que celebra operações das forças de segurança contra grupos armados enquanto aparece diante de corpos enfileirados e cobertos. As imagens foram publicadas nas redes sociais nesta quinta-feira (3) e nesta sexta-feira (4).

No primeiro vídeo, o presidente caminha ao lado de 23 corpos que, de acordo com o governo, seriam de integrantes de grupos guerrilheiros mortos durante uma operação militar. Na gravação, De La Espriella afirma: “Aos bandidos restam a rendição total ou a morte em combate”.

A segunda publicação foi feita durante uma entrevista coletiva sobre os resultados da Operação Sentinela da Pátria. Nela, o presidente comemora a morte de Naím, conhecido como “Bendito Menor”, descrito por ele como um dos criminosos mais perigosos do país. Novamente, os corpos aparecem cobertos diante do chefe de Estado, que exalta a atuação das forças de segurança.

Bombardeios sob contestação

A política de enfrentamento às organizações ligadas ao narcotráfico inclui bombardeios contra guerrilheiros. De La Espriella, que chegou ao poder em 7 de agosto e tem o apoio do presidente americano Donald Trump, adotou uma linha-dura contra as máfias do narcotráfico.

A conduta do governo é alvo de críticas da oposição e de organizações de defesa dos direitos humanos. Nesta quinta-feira (3), um juiz colombiano determinou a suspensão de bombardeios militares contra acampamentos da guerrilha quando houver informação sobre a presença de menores recrutados.

A decisão estabelece uma restrição às operações nos casos em que as forças de segurança tenham conhecimento da participação de menores nos acampamentos atingidos.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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