Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Brasil lidera ranking militar latino-americano com Gripen, submarinos e sistemas de fronteira

Índice de 2026 coloca o país no topo regional, enquanto programas militares ampliam capacidades aéreas, navais e terrestres.

Brasil lidera ranking militar latino-americano com Gripen, submarinos e sistemas de fronteira

O Brasil aparece em 1º lugar entre 19 países latino-americanos no Global Firepower de 2026 e ocupa a 11ª posição entre 145 nações avaliadas. O resultado reúne critérios como efetivo, equipamentos, logística, recursos financeiros e características geográficas, mas não equivale a uma medição direta de desempenho em combate nem a uma classificação oficial das Forças Armadas.

O índice é privado e considera mais de 60 fatores, com estimativas nos casos em que não há dados oficiais disponíveis. A liderança, portanto, indica a posição do Brasil dentro da metodologia adotada, sem colocá-lo automaticamente no mesmo patamar das principais potências militares do mundo.

Aviação e produção nacional

A modernização brasileira combina programas das três Forças. Na Aeronáutica, o F-39E Gripen atua na defesa aérea, enquanto o KC-390 Millennium é empregado em transporte, reabastecimento e logística. Em março de 2026, foi apresentado o primeiro Gripen E produzido no Brasil, na fábrica da Embraer em Gavião Peixoto, no interior paulista.

A fabricação nacional integra um processo de transferência de tecnologia e capacitação industrial. O caça utiliza radar AESA, sensores, recursos de guerra eletrônica e integração de dados. Em 2026, aeronaves brasileiras participaram do exercício multinacional Salitre, no Chile, em uma atividade que combinou emprego operacional e treinamento internacional.

Sistemas terrestres e submarinos

No Exército, o SISFRON, o ASTROS e os programas de Forças Blindadas ampliam recursos de monitoramento, comunicação, mobilidade e apoio de fogo. A modernização também envolve a renovação de meios blindados, dentro do conjunto de projetos estratégicos reunidos pelo Ministério da Defesa.

Na Marinha, o PROSUB prevê submarinos convencionais e o futuro submarino de propulsão nuclear Álvaro Alberto. O programa já entregou Riachuelo, Humaitá e Tonelero. O Almirante Karam foi lançado ao mar em 2025 e entrou em testes de aceitação.

O Álvaro Alberto, porém, ainda está em desenvolvimento e construção. A Marinha trabalha na planta nuclear embarcada, na infraestrutura e nas etapas de licenciamento necessárias antes da operação do navio.

Uma liderança de alcance regional

A posição brasileira resulta da combinação de capacidades terrestres, aéreas e navais, além de território, indústria, logística e capacidade de mobilização. O Ministério da Defesa reúne entre os projetos estratégicos o Gripen, o KC-390, o PROSUB, o SISFRON, o ASTROS e a renovação de meios blindados.

Esse conjunto aumenta a autonomia brasileira, mas o avanço ocorre de forma gradual. Países acima do Brasil no ranking apresentam diferenças em orçamento, projeção global, arsenais estratégicos, bases externas, experiência operacional e quantidade de equipamentos modernos. A continuidade dos programas depende de orçamento, cronogramas e manutenção dos projetos ao longo do tempo.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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