Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Brasil

Renan Santos propõe prisão de 30 anos para crimes com arma

Em agenda eleitoral em Joinville, candidato do Missão criticou o bolsonarismo e apresentou propostas para segurança e gestão pública.

Renan Santos critica bolsonarismo e promete penas mais duras

O presidenciável do Missão, Renan Santos, defendeu, em Joinville, penas mais duras para crimes cometidos com arma e criticou o bolsonarismo em Santa Catarina. Ele participou, no sábado (12), de um congresso do partido que reuniu aliados e apoiadores.

Na segurança pública, Santos propôs que assaltos à mão armada, incluindo roubo e latrocínio, sejam punidos com 30 anos de prisão, sem direito à progressão. Também defendeu repasses às prefeituras para ampliar a vigilância e manter as polícias conectadas aos equipamentos de monitoramento.

O candidato apresentou ainda a Lei de Responsabilidade Gerencial. A proposta estabeleceria indicadores de desempenho para governadores e prefeitos nas áreas de segurança, educação, saúde e saneamento básico. Estados com melhores resultados, segundo Santos, teriam prioridade nos repasses do governo federal.

Críticas políticas e ao pacto federativo

Durante o congresso, Renan Santos criticou a indicação de Carlos Bolsonaro para o Senado por Santa Catarina. Para ele, o estado não deve ser tratado como reserva de votos, e os catarinenses deixarão de apoiar esse campo político nas próximas eleições.

O presidenciável também afirmou que Santa Catarina recebe poucos recursos da União e enfrenta falta de infraestrutura para escoar a produção, com estradas e ferrovias inadequadas. Santos declarou que o governo federal “sabota institucionalmente” o estado e afirmou que Santa Catarina será tratada de maneira diferente caso ele seja eleito.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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