Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Pai é condenado no Paraná após admitir morte da filha durante julgamento

Ricardo Seidi Shigematsu recebeu pena de 23 anos, 6 meses e 22 dias; avó da menina foi absolvida pelo conselho de sentença.

Pai é condenado no Paraná após admitir morte da filha durante julgamento
Foto: Reprodução

Ricardo Seidi Shigematsu foi condenado a 23 anos, 6 meses e 22 dias de prisão pela morte da filha Eduarda Shigematsu, de 11 anos. A confissão ocorreu pela primeira vez durante o júri popular, realizado em Maringá, na região Noroeste do Paraná, e encerrado nesta quinta-feira (17). O julgamento havia começado na quarta-feira (16), com a participação de sete jurados.

A Justiça condenou Ricardo por homicídio consumado, com as qualificadoras de asfixia, dificultação da defesa da vítima e violência de gênero. Ele também foi responsabilizado por ocultação de cadáver, com agravante de violência doméstica, e falsidade ideológica. Além da pena de prisão, deverá pagar R$ 90 mil por danos morais à mãe da vítima.

A defesa declarou que “acolhe e reconhece a decisão do conselho de sentença”.

O crime

Eduarda foi encontrada morta em abril de 2019, dentro de um buraco em um dos imóveis da família, em Rolândia. A avó, Terezinha de Jesus Guinaia, comunicou à Polícia Civil do Paraná o desaparecimento da neta em 25 de abril de 2019.

A investigação e a denúncia do Ministério Público do Paraná apontaram que a menina foi esganada pelo pai e teve o corpo ocultado. O inquérito também indicou que Ricardo e a avó tentaram dificultar as apurações.

Terezinha tinha a guarda judicial da criança e respondia por ocultação de cadáver e falsidade ideológica. Conforme o Ministério Público do Paraná, ela contribuiu para a morte ao permitir que a menina permanecesse sob os cuidados do pai. O conselho de sentença rejeitou as acusações e absolveu a avó.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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