Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Documento judicial encerra ação após mulher negar acusações contra Jay-Z

Declaração apresentada à Justiça afirma que as alegações contra Shawn Carter e Sean Combs não correspondiam à realidade.

Documento judicial encerra ação após mulher negar acusações contra Jay-Z

A ação movida por Shawn Carter contra uma mulher que o acusava de estupro caminha para o encerramento depois que ela apresentou à Justiça uma declaração negando as próprias alegações. Carter, conhecido como Jay-Z, era acusado de ter violentado a mulher quando ela tinha 13 anos, em um episódio que também envolvia o empresário Sean “Diddy” Combs.

No documento, a mulher afirmou que não conhecia Carter e negou qualquer conduta imprópria por parte dele. “Eu nunca conheci nem conversei com o senhor Carter”, declarou. Ela também retirou a acusação contra Combs, apontado como coautor do crime que teria ocorrido depois do MTV Video Music Awards de setembro de 2000.

A versão apresentada anteriormente dizia que Carter e Combs haviam estuprado a mulher enquanto uma terceira celebridade observava. Na nova declaração, ela classificou esse relato como falso. O documento foi anexado pelos advogados de Carter ao processo aberto contra a mulher e sua equipe jurídica.

Como surgiu a acusação

A mulher relatou que as acusações começaram no segundo semestre de 2024, depois que encontrou no Facebook um anúncio em busca de possíveis vítimas de Combs. Segundo ela, o conteúdo “reavivou as lembranças de um estupro que sofri aos 13 anos”.

Ela também disse não se lembrar de ter autorizado formalmente a apresentação da ação judicial naquele ano. Mais tarde, retirou o processo ao passar a questionar as próprias alegações.

Parte do documento está censurada e menciona que a mulher enfrentava problemas de saúde mental. Combs, de 56 anos, cumpre pena de mais de quatro anos de prisão desde outubro de 2025, após ser condenado por violência sexual contra ex-companheiras.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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