Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Mateus Simões critica Cleitinho por alianças e cobra prestação de contas

Governador questionou uso de emendas federais pelo senador, que faltou ao debate da Record Minas e lidera as pesquisas eleitorais.

Simões sobre Cleitinho: 'Escolheu as piores pessoas para estar ao lado dele'
Foto: Reprodução/Record TV Minas

Mateus Simões (PSD), candidato à reeleição ao governo de Minas Gerais, criticou o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) durante o debate da Record Minas realizado nesta segunda-feira (21/9). Líder nas pesquisas, Cleitinho não compareceu ao encontro, que teve apenas Simões e Gabriel Azevedo (MDB) entre os seis candidatos convidados.

Sem o adversário no estúdio, Simões cobrou informações sobre a destinação de emendas parlamentares para Minas Gerais. O governador também questionou a relação de Cleitinho com o deputado federal Euclydes Pettersen (Republicanos), presidente estadual do partido e alvo de indiciamento pela Polícia Federal no caso envolvendo o INSS.

“Cleitinho escolheu as piores pessoas para estar do lado dele”, afirmou Simões. Na mesma intervenção, o governador disse que o senador costuma publicar vídeos sobre problemas em estradas, mas que não teria recebido repasses de emendas indicadas por ele. Também associou Pettersen ao transporte de Cleitinho em jatinho particular.

Pesquisa eleitoral

A pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira (21/9) mostrou Cleitinho com 35% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto Simões apareceu com 10%. Na simulação de segundo turno, o senador registrou 44%, contra 37% do governador — diferença de 7 pontos, fora da margem de erro de 2 pontos.

O levantamento ouviu 2.000 eleitores entre 16 e 19 de setembro e foi registrado sob o número MG-07331/2026.

Indiciamento de Pettersen

Euclydes Pettersen está entre os 48 indiciados pela Polícia Federal em julho, no âmbito da Operação Sem Desconto. A investigação apura descontos indevidos em aposentadorias e benefícios do INSS.

A Polícia Federal atribuiu ao deputado a suspeita de ter recebido R$ 14 milhões em propina da Conafer, entidade da qual ele seria fiador político. Pettersen negou participação nos fatos e declarou que o indiciamento é um ato unilateral da autoridade policial, encerra uma investigação e não abre um processo.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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