Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Ideias, cultura e reportagem
Brasil

Flávio Roscoe condena apoios do PL a Cleitinho na disputa em Minas

Candidato do PL ao governo mineiro criticou mudanças de apoio e defendeu que partidos mantenham propósitos durante a eleição.

Roscoe critica infidelidade partidária no PL: 'Vão de acordo com a maré'
Foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A. Press

Flávio Roscoe, candidato do PL ao governo de Minas Gerais, criticou os integrantes do partido que passaram a apoiar Cleitinho Azevedo, do Republicanos, na disputa pelo cargo. Durante uma sabatina realizada nesta segunda-feira (28/9), o empresário classificou esses movimentos como casos de infidelidade partidária.

Roscoe afirmou que as legendas precisam manter seus propósitos e associou as mudanças de apoio à perda de credibilidade dos políticos diante dos eleitores. Para ele, as chamadas traições de última hora contribuem para que o público se desinteresse da eleição e da campanha.

“Eu tenho criticado muito essa infidelidade partidária. Os partidos têm que ter propósito”, disse o candidato, que disputa um cargo público pela primeira vez.

Críticas a movimentos dentro do partido

Na avaliação de Roscoe, a troca de alianças por conveniência dificulta a confiança dos eleitores nos candidatos. Ele questionou como seria possível acreditar em alguém que muda de lado conforme o interesse do momento.

O candidato afirmou que esse comportamento também ocorre dentro do próprio PL e disse discordar da prática. Segundo Roscoe, decisões tomadas conforme a conveniência, as ofertas ou a força circunstancial de uma candidatura afastam a política do que deveria orientar a atuação partidária.

Entre os integrantes do PL que declararam apoio a Cleitinho estão os deputados federais Junio Amaral e Maurício do Vôlei. Domingos Sávio, candidato ao Senado, ex-presidente do partido e atual secretário-geral da legenda, também tem participado de ocasiões ao lado do candidato do Republicanos.

Roscoe relacionou esse tipo de movimentação à dificuldade de a democracia produzir os resultados esperados, em razão de escolhas políticas guiadas pela maré e pela onda do momento, e não por um projeto definido.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.