Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Como o metrô conecta os contrastes históricos e urbanos de Seul

Na capital sul-coreana, palácios, templos, comércio e polos empresariais formam experiências distintas ligadas por uma rede de grande escala.

Como o metrô conecta os contrastes históricos e urbanos de Seul

O metrô ajuda a explicar como Seul pode mudar de cenário em poucos minutos. A rede metropolitana chegou a 23 linhas e, em 2024, transportou cerca de 2,4 bilhões de passageiros no conjunto divulgado pela administração municipal. Dados do mesmo ano registraram média próxima de 6,6 milhões de passageiros por dia no sistema analisado pela cidade.

As estações não funcionam apenas como pontos de embarque. Muitas se ligam a lojas, escritórios e corredores subterrâneos, aproximando o transporte das atividades comerciais e profissionais. Em uma metrópole de grande escala, essa integração permite atravessar áreas com ritmos, públicos e paisagens bastante diferentes.

A dimensão da capital também aparece nos dados populacionais. No primeiro trimestre de 2026, Seul tinha 9.579.449 habitantes, segundo o governo metropolitano. Os números de circulação do metrô não correspondem a usuários únicos, mas indicam a intensidade de uso da infraestrutura no cotidiano.

Camadas preservadas no tecido urbano

A variedade entre os bairros está ligada às funções que se concentraram em períodos distintos. Jongno reúne palácios, templos e ruas históricas. Myeong-dong é associado ao comércio e ao turismo. Hongdae desenvolveu uma identidade ligada à juventude, enquanto Gangnam concentra escritórios, grandes centros comerciais e áreas de alta densidade.

O Palácio Gyeongbokgung foi construído originalmente em 1395 e é o maior dos cinco grandes palácios remanescentes da dinastia Joseon. Nas proximidades, Bukchon preserva numerosos hanok, casas tradicionais coreanas que aparecem em ruas próximas a edifícios modernos do centro.

No sul da cidade, o Templo Bongeunsa, fundado em 794, está diante de uma área marcada por torres, comércio e grandes equipamentos urbanos. A permanência de mais de mil anos de história budista nesse ambiente evidencia a sobreposição de períodos que caracteriza Seul.

A capital cresceu incorporando centros históricos, universidades, áreas comerciais e novos polos de negócios, sem concentrar toda a atividade em um único núcleo. Por isso, a sensação de atravessar várias cidades resulta de diferenças concretas no uso dos espaços, nos horários de maior movimento e na forma como a rede de transporte articula essas centralidades.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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