Uberlândia, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026
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Manobras russas no Báltico reúnem caças, helicópteros e 500 militares

Exercício naval prevê simulações de bombardeio, interceptação, vigilância e detecção de submarinos no Mar Báltico.

A Marinha Russa mobilizou mais de 500 militares para um exercício de aviação naval no Mar Báltico, com atividades voltadas à defesa aérea, ao ataque contra alvos terrestres, à vigilância e ao apoio às tropas. A programação inclui aproximadamente 50 saídas de aeronaves.

A operação ocorre em um período de aumento das atividades militares na região e prevê diferentes cenários de emprego. Os Su-24 serão usados em simulações de bombardeio contra alvos em um campo de tiro e em lançamentos de foguetes contra posições costeiras.

Os caças Su-30SM/SM2 participarão dessas ações e também treinarão a interceptação de aeronaves que poderiam ingressar no espaço aéreo de Kaliningrado. O exercício inclui ainda lançamentos simulados de mísseis de cruzeiro contra alvos fictícios.

Busca, transporte e apoio às tropas

Os helicópteros Mi-8 e Mi-24 terão funções de transporte de tropas, apoio às forças terrestres e apoio aéreo aproximado. Já os Ka-27 serão empregados em tarefas de busca e vigilância, com treinamento específico para a detecção de submarinos.

As aeronaves deverão atuar em coordenação com navios russos que operam no Báltico. O grupo também conta com um avião de transporte da aviação naval, destinado ao suporte logístico e operacional das atividades.

Exercícios em meio à tensão regional

As manobras foram realizadas depois de outros voos militares russos na região durante setembro. Em uma dessas ocasiões, Su-30SM/SM2, interceptadores MiG-31 e um Tu-134 foram acompanhados por aeronaves de países da OTAN.

No mesmo período, forças da Aliança participaram de exercícios no norte da Europa com caças Gripen suecos, F/A-18 finlandeses, Eurofighter italianos e F-16 turcos. Em 24 de setembro, aeronaves da Finlândia e da Suécia fizeram uma missão conjunta de identificação.

A movimentação ocorre em meio às divergências entre a Rússia e países da OTAN. Moscou declarou que poderia recorrer ao próprio arsenal para proteger Kaliningrado diante de exercícios da Aliança sediados na Lituânia. Autoridades russas também criticaram a presença militar nas proximidades do enclave.

A tensão inclui ainda uma decisão inicial do Parlamento da Lituânia sobre uma medida que poderia facilitar, futuramente, o estacionamento de armas nucleares no país. A proposta ainda precisa passar por novas votações.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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