Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Acordo do Escudo das Américas prevê sanções a 24 grupos, incluindo PCC e CV

Documento assinado por países da coalizão estabelece medidas contra integrantes, associados e apoiadores de organizações narcotraficantes.

Acordo do Escudo das Américas prevê sanções a 24 grupos, incluindo PCC e CV

O acordo firmado pelos integrantes do Escudo das Américas estabelece medidas contra 24 organizações narcotraficantes, entre elas o PCC e o CV. O documento prevê sanções dirigidas a membros, associados e apoiadores dos grupos listados.

A declaração foi assinada nesta terça-feira, 22, por países que integram a coalizão lançada pela administração Trump. O bloco reúne governos alinhados ao republicano na América Latina, como Argentina, Chile e El Salvador.

Medidas previstas

Entre as providências anunciadas estão o congelamento de ativos e limitações de imigração e de visto para pessoas ligadas às organizações. O acordo também prevê responsabilização criminal de indivíduos que forneçam conscientemente apoio material, inclusive logístico, aos grupos.

A aplicação das medidas deverá observar as obrigações legais internacionais e internas de cada país. A lista contempla as 24 organizações independentemente do nome pelo qual sejam identificadas em cada país integrante da coalizão.

O documento, divulgado pelo Departamento de Estado, apresenta a iniciativa como a primeira ação conjunta do Escudo das Américas dentro de seus pilares recém-anunciados. A declaração afirma que organizações narcoterroristas transnacionais representam uma ameaça imediata e compartilhada no hemisfério, com riscos para a paz, a segurança e a prosperidade dos cidadãos.

Declaração na ONU

Mais cedo nesta terça-feira, 22, Trump discursou na Assembleia Geral da ONU e comparou os cartéis ao “Estado Islâmico do Hemisfério Ocidental”. Na fala, afirmou que esses grupos usam assassinato, estupro, tortura e extorsão como instrumentos de terror e defendeu que seus integrantes sejam mortos, exilados ou detidos.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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