Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Stray Kids leva o K-pop ao centro do Rock in Rio

Grupo sul-coreano reuniu uma multidão, combinou coreografias, rap e efeitos visuais e manteve forte conexão com os fãs.

Stray Kids leva o K-pop ao centro do Rock in Rio
Foto: Pedro Kirilos/Estadão

O Stray Kids marcou a estreia do K-pop no Rock in Rio com um show de 1h45, diante de uma multidão equipada com lightsticks, os bastões de luz característicos das apresentações do gênero. A dimensão do público surpreendeu os próprios integrantes e reforçou a força de uma cena musical sustentada pela participação intensa dos fãs.

Formado por Bang Chan, Lee Know, Changbin, Hyunjin, Han, Felix, Seungmin e I.N, o grupo subiu ao palco com tradução simultânea para o português. Durante a apresentação, os integrantes também orientaram o público a beber água, evitar empurrões e ajudar quem estivesse ao lado.

Proximidade como parte do espetáculo

A relação com os fãs está no centro da maneira como o Stray Kids se apresenta. O grupo mantém contato frequente por meio de lives e reserva momentos do show para conversar com a plateia. No Rock in Rio, essa escolha aparece desde o início: uma câmera acompanha os integrantes nos bastidores e durante uma caminhada próxima à grade, antes da primeira música, Topline.

Cada membro tem seu momento de comunicação com o público e de protagonismo no palco. A plateia, de maioria jovem, responde cantando as músicas, gritando a cada interação e mantendo os celulares levantados durante quase toda a apresentação.

O espetáculo reúne coreografias sincronizadas, efeitos de luz e pirotecnia. O grupo também se destaca pelo uso do telão do Palco Mundo e por cantar ao vivo na maior parte do tempo. Os fogos, em vez de aparecerem apenas no encerramento, são acionados no meio da apresentação, durante Lalalala. Em Walkin On Water, o impacto visual aumenta com a entrada de uma multidão de dançarinos.

Entre o pop, o rap e a surpresa final

A sonoridade combina o pop associado aos grupos de K-pop com o rap, enquanto a presença de palco aposta na postura de rockstars. Na introdução de Chk Chk Boom, um dos maiores sucessos do grupo, os integrantes arriscam uma batida de samba que não alcança o mesmo resultado de outros momentos do show.

O Stray Kids, também chamado de SKZ, já havia demonstrado sua capacidade de mobilização no país. No ano passado, realizou a maior turnê de K-pop da história do país, com 175 mil pessoas em três datas esgotadas.

Na reta final, poucas pessoas deixam o espaço antes da saída do grupo. Depois de um falso encerramento com Run It, Miroh e uma nova queima de fogos, os integrantes retornam ao palco. Cantam novamente This & That e Ai Se Eu Te Pego, hit de Michel Teló que viralizou na Coreia do Sul e já havia aparecido em um show do grupo no Rio no ano passado. Chk Chk Boom também é repetida, antes de Hall of Fame encerrar o setlist.

O festival continua no sábado, 12, com shows de Demi Lovato e Maroon 5. No domingo, 13, a programação termina com Lola Young, Zara Larsson e Twenty One Pilots.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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