Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Augusto Cury propõe separar BNDES para grandes empresas e microempreendedores

Na sabatina do SBT, candidato do Avante também defendeu uma escola de empreendedorismo e revisão de cargos de confiança.

Com foco em microempresas, Cury promete dividir BNDES em dois na primeira semana de governo
Foto: Reprodução/SBT

O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) propôs dividir o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em duas instituições na primeira semana de um eventual governo. A proposta foi apresentada nesta sexta-feira (11), durante sabatina do SBT.

Uma das estruturas seria destinada ao financiamento de grandes empresas. A outra teria como foco os microempreendedores. Cury afirmou que a medida faria parte de uma estratégia para ampliar o acesso ao crédito e estimular a criação e o crescimento de negócios no país.

O candidato também defendeu a criação de uma Escola do Empreendedor, com atuação em comunidades, favelas e escolas públicas de cidades de diferentes portes. A meta apresentada por ele é financiar mais de 10 milhões de empresas.

Estado, programas sociais e cargos de confiança

A proposta surgiu durante uma pergunta sobre a conciliação entre a defesa da redução do Estado e da responsabilidade fiscal e a manutenção de políticas sociais. Cury disse apoiar a meritocracia e uma estrutura pública mais enxuta, mas afirmou que não pretende encerrar programas que considera importantes.

Entre as políticas citadas está o Bolsa Família. O candidato também mencionou a pobreza vivida por sua própria família durante a infância ao defender a continuidade de programas de transferência de renda. “Cuidar do social é vital”, afirmou.

Questionado sobre a redução das despesas públicas, Cury disse que não pretende demitir servidores concursados. Em relação aos cerca de 50 mil cargos de confiança mencionados durante a sabatina, defendeu uma avaliação para identificar quais poderiam ser eliminados. “Talvez 30% deles”, declarou.

Mais tarde, o presidenciável voltou a defender a extinção de cargos comissionados considerados não essenciais e a otimização da máquina pública. Ele afirmou ainda que conversa com economistas para definir a equipe e a proposta econômica de um eventual governo, mas não anunciou quem comandaria a área.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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