Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Caiado critica Flávio Dino após reintegração do diretor-geral da PF

Presidenciável também defendeu o afastamento de Alexandre de Moraes e atacou Lula e Flávio Bolsonaro durante entrevista.

Caiado ataca Dino por reintegrar Andrei à PF: "Virou imperador do Brasil"
Foto: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) criticou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino após a decisão que determinou a reintegração de Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal (PF). A manifestação ocorreu nesta quarta-feira (9/9), nas redes sociais.

Caiado afirmou que ministros do Supremo ultrapassaram limites e dirigiu a Dino a crítica mais dura. “Virou imperador do Brasil e implodiu a segurança jurídica”, escreveu. Na mesma publicação, o candidato também declarou: “Ditadura da Toga, não”.

A reintegração ocorreu depois de Flávio Dino determinar, nesta quarta, o retorno de Andrei Rodrigues à direção da PF. Na terça-feira (8/9), o ministro André Mendonça havia ordenado o afastamento do diretor-geral, em caráter liminar. A decisão foi acompanhada pelos ministros Luis Fux e Nunes Marques, da 2ª Turma do STF.

Críticas ao Supremo

Em entrevista à rádio Itatiaia, Caiado defendeu o afastamento do ministro Alexandre de Moraes e afirmou que o país atravessa uma crise entre os Poderes, especialmente dentro do Supremo. Para o candidato, o colegiado deveria se reunir imediatamente para avaliar o afastamento de Moraes.

Caiado também apoiou a decisão de André Mendonça. Segundo ele, a medida deveria tornar públicos os nomes envolvidos no caso Master, permitindo que o eleitor conhecesse acusações relacionadas a práticas de corrupção e recebimento de propina às vésperas de uma eleição.

Ataques a adversários

Na mesma entrevista, o candidato criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), seus adversários na disputa presidencial. Caiado afirmou que os dois estariam mais concentrados em questões pessoais do que nos problemas do país.

Ao mencionar Lula, citou o chefe de gabinete Marcola e fez referência à identidade do nome com um dos maiores integrantes de facções do país. Sobre Flávio Bolsonaro, mencionou uma proposta de repasse de R$ 134 milhões feita por Vorcaro.

Caiado ainda declarou que os dois não participariam de debates por não terem respostas para temas como Vorcaro e o INSS. Na avaliação dele, Lula e Flávio estão envolvidos em graves denúncias e poderiam enfrentar dificuldades para construir a governabilidade caso um deles fosse eleito.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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