Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Cultura

Mano Brown chega a evento em São Paulo com Cadillac clássico personalizado

Músico apareceu no Capão Redondo a bordo de um Cadillac Fleetwood Brougham do final dos anos 1970, ligado à cultura lowrider.

Mano Brown chega a evento em São Paulo com Cadillac clássico personalizado

Mano Brown voltou a atrair a atenção dos admiradores de carros ao chegar a um evento no Capão Redondo, na Zona Sul de São Paulo, dirigindo um Cadillac Fleetwood Brougham do final dos anos 1970. O modelo, associado à tradição lowrider e à cultura hip-hop, tem valor estimado entre R$ 200 mil e R$ 300 mil, conforme seu estado de conservação.

A unidade usada pelo músico pode alcançar preço maior por reunir uma série de customizações. O Cadillac é um cupê de duas portas, com teto revestido de vinil, interior aveludado e motor V8. O desenho representa o luxo produzido pela indústria de Detroit naquele período e integra uma vertente de personalização criada na Califórnia, posteriormente difundida entre entusiastas de diferentes lugares.

Carros e a estética do hip-hop

A proximidade entre o rap e os automóveis americanos se consolidou especialmente nas décadas de 1980 e 1990. Nos Estados Unidos, Tupac Shakur, Snoop Dogg e Dr. Dre ajudaram a tornar modelos da Chevrolet e da Cadillac recorrentes em videoclipes ligados ao gangsta rap.

No Brasil, os Racionais MC’s também contribuíram para essa estética. A capa do álbum Nada como um Dia Após o Outro Dia (2002) destacou um Chevrolet Impala 1962, modelo associado à vertente lowrider.

Mano Brown já foi visto outras vezes ao volante de carros desse tipo. Registros mostram o cantor circulando pelas ruas da capital paulista em um Chevrolet Caprice da década de 1970. Não há dados oficiais sobre toda a garagem do artista, mas a aparição recente reforça uma relação já conhecida entre sua imagem, o rap e os automóveis americanos.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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