Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Defesa de Samara Felippo contesta ação movida por Mario Frias

Atriz afirma que publicação está protegida pela liberdade de expressão e rejeita pedido de censura sobre futuras menções ao deputado.

Defesa de Samara Felippo contesta ação movida por Mario Frias

A atriz Samara Felippo apresentou à Justiça sua defesa no processo movido pelo deputado federal Mario Frias por causa de uma publicação no Instagram. A manifestação sustenta que o conteúdo expressou uma avaliação pessoal e não atribuiu ao parlamentar a prática de qualquer crime.

A publicação mencionava que, assim como os irmãos Cravinhos, o goleiro Bruno e o ator Dado Dolabella, Mario Frias também tinha fãs. O deputado afirmou que a associação atingiu sua honra e sua imagem ao vinculá-lo a pessoas condenadas criminalmente. Na ação, pediu a retirada imediata do conteúdo e uma indenização de R$ 30 mil por danos morais.

A defesa foi protocolada no último sábado (12), em meio ao conflito judicial iniciado em dezembro de 2025. Samara argumentou que os nomes citados foram reunidos por provocarem controvérsias, por suas condutas ou por defenderem posições das quais ela discorda. A atriz negou que tenha indicado a existência de uma condição jurídica comum entre essas pessoas.

O documento também sustenta que a interpretação de que houve associação com atos ilícitos surgiu de uma premissa apresentada pelo próprio deputado. Para a defesa, o exercício do mandato de deputado federal coloca Mario Frias em uma posição pública mais sujeita a avaliações e críticas, favoráveis ou desfavoráveis.

Alcance da publicação e pedido de restrição

A defesa contestou ainda a informação de que a publicação teria alcançado cerca de 1,6 milhão de visualizações. Segundo a atriz, os documentos apresentados no processo não comprovam que esse número corresponda ao registro que continha o nome do deputado.

Samara também se opôs ao pedido para ser impedida de mencionar Mario Frias no futuro. A defesa classificou a solicitação como uma tentativa de censura prévia e afirmou que uma proibição genérica restringiria indevidamente o direito à livre manifestação.

A atriz sustenta, por fim, que sua conduta permaneceu dentro dos limites da liberdade de expressão e que a referência ao deputado ocorreu em razão de divergências políticas e ideológicas entre as posições defendidas por ambos.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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