O Coletivo Coca-Cola Jovem alcançou a marca de um milhão de pessoas impactadas após mais de 15 anos de atuação. Criado em 2009, o projeto capacita jovens em situação de vulnerabilidade social para o ingresso no mercado de trabalho e os conecta a empregadores.
A proposta é construir caminhos capazes de interromper ciclos de pobreza no Brasil. Para Daniela Redondo, diretora-executiva do Instituto Coca-Cola Brasil, o marco não deve ser compreendido apenas como uma meta numérica. “Nunca foi o número pelo número”, afirmou.
Segundo Daniela, a dimensão alcançada está relacionada ao tamanho da desigualdade no país e à necessidade de uma resposta estruturante, que envolva sociedade civil, iniciativa privada e governos. A diretora-executiva também destacou que o projeto atua como uma ponte: “A gente só abriu a porta, a gente só fez a conexão”.
Nos primeiros dez anos de atuação, o Coletivo havia alcançado 250 mil pessoas. A aceleração posterior, de acordo com o Instituto Coca-Cola Brasil, teve como objetivo evitar que uma geração fosse deixada para trás. A organização também passou a transferir conhecimento e experiência e a investir em programas que não eram exclusivamente seus.
A estratégia anunciada para os próximos anos é dobrar o alcance da iniciativa. Daniela Redondo afirmou que o trabalho continuará até que a inclusão produtiva no país seja transformada.
A prioridade dada ao projeto é associada pelo instituto ao bônus demográfico vivido pelo Brasil: um período em que há mais pessoas jovens em idade economicamente ativa do que dependentes, como idosos e crianças. Esse cenário representa uma janela temporária para o crescimento econômico e motivou a intensificação dos esforços do Coletivo.
O Pacto Contra a Fome, por meio de Geyze Diniz, também deverá apresentar propostas aos candidatos à presidência e aos governos estaduais.


