Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Chico Barney preserva paixão pelos quadrinhos em meio à cultura das adaptações

Colunista e influenciador mostra sua gibiteca, relembra a entrada no universo das HQs e comenta suas preferências literárias.

Chico Barney preserva paixão pelos quadrinhos em meio à cultura das adaptações
Foto: Leo Souza/Estadão

Chico Barney mantém os quadrinhos no centro de sua biblioteca pessoal, mesmo depois de transformar a linguagem dos blogs em trabalho nas redes sociais, em sites e no YouTube. Colunista de entretenimento e de televisão, ele também produz conteúdo sobre histórias em quadrinhos em um canal próprio.

A relação com as HQs começou na infância, com O menino maluquinho, de Ziraldo. Chico conta que lia tanto o livro que as páginas acabavam se soltando. O reencontro com os quadrinhos ocorreu depois da faculdade, nos anos 2000, impulsionado pela internet e pelas possibilidades de troca entre leitores.

Uma gibiteca entre o popular e o menos conhecido

Nas prateleiras, há personagens conhecidos do grande público e outros de circulação mais específica. Entre eles está Savage Dragon, criação de Erik Larsen, que também desenhou e roteirizou o Homem-Aranha para a Marvel. Larsen integra o grupo de profissionais que, nos anos 1990, fundou a Image Comics ao lado de desenhistas ligados à DC.

Chico critica a influência das adaptações cinematográficas sobre a criação dos quadrinhos. Para ele, parte do problema dos filmes da Marvel está na produção de histórias pensadas desde o início para chegar às telas. “Para mim, o legal é isso aqui, são os gibis”, afirma. Ele diz não se importar com a escolha de intérpretes para personagens como Wolverine e Superman e avalia que o desgaste de Marvel e Disney deixou o campo mais livre.

Livros para além das HQs

A coleção também abriga romances. Nosso homem em Havana, de Graham Greene, está entre os favoritos de Chico, que se declara fascinado pela literatura russa e pela obra de Gógol.

Na área de televisão, ele destaca os livros do jornalista Maurício Stycer sobre figuras como Gilberto Braga e Silvio Santos. Chico também demonstra interesse por David Letterman, que coloca ao lado de Faustão entre os grandes nomes da televisão. Entre as obras dedicadas ao apresentador norte-americano, cita Letterman: The Last Giant of Late Night, de Zinoman.

A rotina de leitura, porém, muda durante o Big Brother Brasil. Chico afirma que teve pouco tempo para ler no BBB 26, enquanto conseguiu avançar mais na temporada anterior, quando, segundo ele, havia menos acontecimentos na casa.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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