Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Brad Pitt enfrenta a natureza ao lado de um cão em Coração Selvagem

Aventura reúne um veterano de guerra e seu pastor-alemão em uma jornada de sobrevivência pelo Alasca.

Brad Pitt enfrenta a natureza ao lado de um cão em Coração Selvagem
Foto: Paramount Pictures/Divulgação

Coração Selvagem coloca Brad Pitt em uma paisagem remota, ao lado de um pastor-alemão, para contar uma história de sobrevivência, vínculo e resistência. Em cartaz nos cinemas, o filme acompanha James Belmont, veterano das Forças Especiais do Exército, e Odin, também chamado de Odie, seu cão de combate.

Dirigido por David Ayer, com quem Pitt havia trabalhado em Corações de Ferro, o longa acompanha um personagem construído em torno da autossuficiência. James fala pouco, evita ajuda e carrega consigo uma tatuagem de bússola no pescoço, uma edição de A Estrada, de Cormac McCarthy, um caderno, um lápis e um cooler com garrafas de cerveja belga. Até um encontro casual com outro homem isolado nas florestas, interpretado por J.K. Simmons, é marcado pela dificuldade de James em abandonar o rifle para cumprimentar o desconhecido.

Uma travessia em condições extremas

A relação entre o homem e o animal se torna o centro da história depois que um ataque cardíaco faz o hidroavião Cessna cair no fundo de um lago. Sem os poucos confortos que possuíam, James e Odin precisam percorrer 93 quilômetros pela natureza selvagem, enquanto uma tempestade de primavera se aproxima.

O caminho reúne tempestades, ursos, lobos, pântanos, pedras escorregadias e travessias perigosas de rios. O passado militar dos dois também reaparece nos pesadelos de combate. James tem 30 anos de serviço, com passagens pelo Iraque e pelo Afeganistão. Odin traz marcas físicas da guerra, incluindo uma prótese na pata e dentes de titânio.

O filme não é baseado em uma história real e se aproxima de uma ode à resiliência de veteranos e cães de combate. A narrativa segue uma fórmula previsível, por vezes implausível, mas encontra força quando reduz a escala à relação entre James e Odin. É nessa convivência, mais do que nos obstáculos da paisagem, que a aventura alcança seu momento mais expressivo.

A interpretação de Pitt explora o silêncio, a dureza e a vulnerabilidade do personagem. O ator também conduz as cenas de emoção aberta, enquanto a história aposta no impacto afetivo da parceria entre homem e cão.

Quatro cachorros, todos da mesma família, foram usados para interpretar Odin. A maior parte do trabalho ficou com um pastor-alemão chamado Uber, com apoio de computação gráfica. Apesar de preparar o público para uma experiência tensa, Coração Selvagem preserva desde o início uma promessa sobre o destino dos dois protagonistas — e evita seguir pelo caminho mais previsível dos filmes de cachorro.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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