Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Ideias, cultura e reportagem
Cinema

Apple TV reajusta assinatura no Brasil e plano anual sobe para R$ 279

Serviço elevou o plano mensal de R$ 29,90 para R$ 34,90; Apple One também ficou mais caro para novos assinantes.

Apple TV reajusta assinatura no Brasil e plano anual sobe para R$ 279

A assinatura do Apple TV ficou mais cara no Brasil. O plano mensal passou de R$ 29,90 para R$ 34,90, aumento de aproximadamente 16,7%. Já a modalidade anual subiu de R$ 220 para R$ 279, uma alta de quase 27%.

O novo preço mensal já aparece na página brasileira do serviço. Para quem pagava antecipadamente pelo ano, o reajuste representa um acréscimo de R$ 59. Ainda assim, o plano anual permanece abaixo do custo de 12 mensalidades: com a cobrança de R$ 34,90 todos os meses, o total chegaria a R$ 418,80 por ano.

Apple One também tem reajuste

O Apple One, pacote que reúne diferentes serviços da companhia, também sofreu aumento. O plano Individual passou de R$ 42,90 para R$ 47,90 por mês.

Os valores atualizados já são aplicados a novos assinantes. Clientes antigos devem ser avisados antes de começarem a receber cobranças com os novos preços.

O Apple TV ampliou sua presença no mercado com produções originais como “Ruptura”, “Ted Lasso”, “Silo”, “Slow Horses”, “Matéria Escura” e “Seus Amigos e Vizinhos”. A plataforma afirma oferecer centenas de filmes e séries exclusivos e manter uma agenda de lançamentos semanais.

A conta dos serviços

O aumento ocorre em um mercado no qual outras plataformas também reajustaram preços, lançaram novos planos ou modificaram as condições oferecidas aos assinantes. Netflix, Disney+, HBO Max, Prime Video, Paramount+ e Globoplay mantêm catálogos próprios e disputam a atenção do público com conteúdos exclusivos.

A fragmentação faz com que filmes e séries estejam distribuídos entre diferentes serviços. Produções da DC estão na HBO Max; Marvel e “Star Wars” pertencem ao Disney+; outros lançamentos aparecem no Prime Video. Para acompanhar títulos de várias empresas, o consumidor precisa combinar assinaturas, elevando a despesa mensal.

O streaming começou a se expandir com a promessa de oferecer uma alternativa mais barata à televisão por assinatura. Em vez de pagar por pacotes com muitos canais, o público poderia escolher serviços e conteúdos específicos. Com a consolidação do setor, porém, as empresas passaram a buscar negócios sustentáveis e lucrativos, depois de anos de investimentos para conquistar assinantes.

Levantamentos de preços de 2026 indicam que a soma de cinco grandes plataformas em modalidades sem anúncios pode ultrapassar R$ 200 por mês. O valor de cada serviço, isoladamente, pode parecer acessível, mas a combinação de quatro, cinco ou seis mensalidades pesa no orçamento.

Uma resposta a esse cenário é o rodízio de streaming: o assinante mantém uma plataforma por determinado período, acompanha os filmes e séries de interesse, cancela o serviço e migra para outro. Quando uma nova temporada ou produção desejada é lançada, a assinatura pode ser retomada.

O reajuste do Apple TV acrescenta R$ 5 ao plano mensal e se soma a uma sequência de mudanças nos preços do setor. A conveniência do streaming permanece, mas manter acesso simultâneo aos principais catálogos ficou mais caro.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.