Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Brasil

Renan Santos propõe retirar ministros do STF e cobra adesão de candidatos

Manifesto divulgado em ato no Parque Ibirapuera também pede mudanças na PF, na PGR e continuidade das investigações sobre o Banco Master.

Renan Santos lança manifesto pela saída de Moraes e de Andrei

O candidato à Presidência da República Renan Santos, do Missão, divulgou em 7.set.2026 um manifesto que pede a saída de Alexandre de Moraes e Dias Toffoli do Supremo Tribunal Federal (STF). O documento também defende a substituição de Andrei Rodrigues na direção-geral da Polícia Federal e de Paulo Gonet no comando da Procuradoria Geral da República (PGR).

A divulgação ocorreu durante um ato no Parque Ibirapuera, em São Paulo. Renan convocou os demais candidatos à Presidência a aderirem ao texto, que apresenta a mobilização política como resposta ao cenário nacional descrito no documento.

O manifesto sustenta que o país atravessa um estado de apatia diante de problemas políticos, econômicos e relacionados à segurança. Em uma das passagens, afirma que os brasileiros estão “sem indignação real”. O texto também rejeita a interpretação de que a política nacional esteja organizada em torno de dois campos opostos. Para o documento, direita e esquerda estariam submetidas a interesses semelhantes.

Críticas ao sistema político

O empresário Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, é citado nominalmente. O manifesto associa o empresário a grupos políticos e afirma que o Supremo ocupa posição central nesse arranjo. Também menciona acordos, recursos em espécie e relações com banqueiros, além de citar escritórios de advocacia e empresas estatais.

Sobre o Banco Master, o documento pede que as investigações prossigam e alcancem pessoas dos meios político, empresarial e jurídico. Defende ainda a abertura da chamada caixa-preta da instituição e responsabilização dos envolvidos. O texto cita Viviane de Moraes, seu escritório de advocacia, o Resort Tayayá e pessoas ligadas ao financiamento de Daniel Vorcaro ao “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O manifesto propõe que a apuração continue sob condução do ministro André Mendonça, do STF. Ao apresentar o documento, Renan disse que pretende converter as críticas em organização política e convocou uma mobilização nacional.

Na parte final, o texto afirma que a reforma do país depende de ação política e pede uma ruptura com o que chama de ciclo das elites. A conclusão apresenta o documento como “o último chamado para que o Brasil ainda possa existir como Nação”.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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