Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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PF afirma que é falso relatório sobre conversas de Nikolas e Vorcaro

Documento que circulou nas redes sociais dizia não haver indícios de crime nas mensagens entre o deputado e o empresário.

PF desmente relatório que descarta crime em conversas de Nikolas e Vorcaro
Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

A Polícia Federal confirmou nesta sexta-feira (4/9) que é falso o relatório que circulou nas redes sociais com a afirmação de que não havia indícios de crime nas conversas entre o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o empresário Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.

A imagem atribuída à corporação sustentava que as mensagens indicariam apenas um “contato de natureza pessoal e profissional entre os interlocutores” e que não existiriam elementos suficientes para justificar uma investigação específica contra Nikolas. A assessoria do deputado afirmou que ele viu as publicações, mas “não sabia” que o documento era falso.

A circulação da imagem começou nessa quinta-feira (3/9), após a divulgação de mensagens e áudios trocados entre o parlamentar e Vorcaro. Análises realizadas por plataformas de checagem identificaram erros nas datas, problemas nas transcrições e divergências em relação a relatórios verdadeiros da Polícia Federal.

Uma das inconsistências está na data de elaboração. O documento falso aparece como produzido em 18 de novembro de 2025. Já o relatório verdadeiro da Polícia Federal tornado público nesta semana é datado de 27 de agosto de 2026.

Conversas divulgadas

Em um dos diálogos que vieram a público, Nikolas chama o empresário de “Dani” e diz que gostaria de “ter mais proximidade” com ele. Em outra conversa, pede ajuda para uma demanda relacionada à liberação de um ativo minerário.

Depois da divulgação das mensagens, Nikolas publicou um vídeo em que negou irregularidades e afirmou que nunca recebeu dinheiro de Vorcaro.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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