Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Operação mira suspeitas de furtos coordenados em farmácias do Paraná

Polícia Civil cumpre cinco mandados em Piraquara e tenta localizar mercadorias levadas de sete estabelecimentos.

Operação mira suspeitas de furtos coordenados em farmácias do Paraná

A Polícia Civil do Paraná cumpre cinco mandados de busca e apreensão nesta sexta-feira, 25 de setembro, em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba. A operação tem como alvo três mulheres suspeitas de envolvimento em furtos realizados em sete farmácias.

Os crimes ocorreram em 19 de agosto de 2026, em um intervalo de poucas horas. Os estabelecimentos ficam em Mandirituba, Agudos do Sul, Piên e Quitandinha, municípios próximos à capital paranaense.

A investigação da PCPR aponta que as suspeitas usavam o mesmo veículo para circular entre as cidades. Conforme o delegado Murilo Martinez e Silva, a identificação das possíveis autoras ocorreu depois de diligências de inteligência e incursões de campo realizadas pela equipe policial.

A dinâmica registrada nas farmácias, segundo a polícia, envolvia divisão de tarefas. Uma das mulheres se aproximava dos funcionários e os distraía, enquanto as outras retiravam as mercadorias. A entrada nos estabelecimentos ocorria de maneira aparentemente convencional.

Os produtos procurados eram principalmente cosméticos, itens de perfumaria e artigos de cuidados pessoais com maior valor comercial. A repetição desse procedimento em diferentes locais permitiu, de acordo com as diligências, a realização de ações sucessivas em curto espaço de tempo.

As ordens judiciais foram expedidas para recolher elementos que ajudem a esclarecer o destino dos materiais furtados. A PCPR também investiga como o deslocamento entre os municípios foi utilizado na execução dos crimes e na fuga.

Os casos são apurados como furto qualificado pelo concurso de pessoas e em continuidade delitiva, além de associação criminosa.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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