Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Milei reafirma alinhamento com Ocidente e anuncia medidas sobre as Malvinas

Na Assembleia Geral da ONU, o presidente argentino criticou a organização e disse que seu país não esperará uma resposta internacional.

Milei reafirma alinhamento com Ocidente e anuncia medidas sobre as Malvinas
Foto: Beto Barata/PL

A Argentina adotará medidas próprias na disputa pelas Malvinas, afirmou o presidente Javier Milei durante discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). O mandatário não informou quais providências pretende colocar em prática, mas declarou que o país não aguardará uma atuação da entidade e da comunidade internacional que considere compatível com as atribuições da organização.

A declaração foi feita em meio às críticas de Milei à estrutura e à atuação da ONU. Para o presidente argentino, a instituição deixou de cumprir funções relacionadas à segurança coletiva e aos direitos humanos. “Se transformou em uma organização inútil”, afirmou.

Milei também associou a atuação da organização ao que descreveu como caos, violência e terrorismo internacional. Em outra crítica, disse que a ONU serviria para sustentar uma burocracia que classificou como arrogante. As declarações foram apresentadas como justificativa para a decisão de a Argentina agir por conta própria na questão territorial das Malvinas.

Orientação de política externa

Durante a apresentação, o presidente optou por ler um texto impresso em vez de acompanhar o teleprompter. Nesse trecho do discurso, reafirmou a escolha de aproximar a Argentina de países ocidentais e mencionou os Estados Unidos e Israel.

“Nos alinhamos sem ambiguidades ao Ocidente”, disse Milei. Ele descreveu a relação com os dois países como baseada em afinidade de valores e complementaridade estratégica.

A posição expressa na Assembleia Geral retoma uma orientação de política externa que, conforme o discurso, vinha sendo indicada desde o início da gestão de Milei. A aproximação com Washington e Tel Aviv foi apresentada pelo presidente como uma escolha estratégica, associada não apenas a uma convergência ideológica, mas também à cooperação entre os países citados.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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