A trajetória de Roney Facchini começou longe dos palcos e das telas. Nascido em 6 de fevereiro de 1953, o ator chegou a estudar engenharia civil antes de mudar de rumo e trabalhar como ator e diretor no teatro e na televisão.
Facchini morreu neste domingo, 6, aos 73 anos. A causa da morte não foi divulgada. A informação foi comunicada à noite pelo perfil do prêmio Bibi Ferreira no Instagram e por amigos do artista.
Na televisão, um de seus papéis conhecidos foi o do patriarca da família Silva em Rá-Tim-Bum, produção gravada entre o fim dos anos 1980 e o início dos anos 1990. O programa não deve ser confundido com Castelo Rá-Tim-Bum. Facchini também participou de novelas de várias emissoras, tanto em elencos quanto em participações menores.
Entre seus trabalhos mais recentes estão a série Hebe, de 2020, e o filme Polícia Federal: A Lei É Para Todos, de 2017.
O ator Nilton Bicudo publicou uma homenagem ao colega nas redes sociais. “Tivemos bons momentos e, nesses últimos tempos, nos falamos várias vezes. Te amo, e sempre te disse isso com a boca cheia”, escreveu. Ele acrescentou que desejava reencontrar Facchini caso existisse um além.
Sérgio Guizé, Eriberto Leão, Traumaturgo Ferreira, Lucio Mauro Filho e Enrique Diaz estiveram entre os artistas que deixaram comentários em homenagem a Facchini ou manifestaram apoio à família.
Ativo nas redes sociais, Roney Facchini publicou, em seus últimos vídeos no Instagram, reflexões sobre a morte de artistas como Dolly Parton, Laura Cardoso e Glória Menezes. Um desses registros foi identificado como publicado em 6 de setembro de 2026.


