Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Cinema

Relatório aponta presença de fentanil nos momentos finais de Hayden Panettiere

Atriz foi encontrada sem vida após consumir uma combinação de substâncias; morte foi classificada como acidental pelo médico legista.

Relatório aponta presença de fentanil nos momentos finais de Hayden Panettiere

A morte de Hayden Panettiere foi oficialmente atribuída aos efeitos tóxicos de fentanil, despropionilfentanil (4-ANPP), alprazolam, metocarbamol e quetiapina. O Gabinete do Médico Legista do Condado de Greenville classificou o caso como acidental.

A atriz morreu em 16 de agosto de 2026, aos 36 anos, poucas semanas depois de passar por uma clínica de reabilitação. Ela foi encontrada sem vida em um sofá-cama. Conforme o relatório investigativo compartilhado pelo médico legista, Panettiere estava sentada, com as pernas cruzadas e o corpo inclinado para a frente. Um investigador registrou que o corpo apresentava uma coloração “roxo-escura”.

Próximo à atriz, foram localizadas pílulas prensadas que continham fentanil. Os nomes das duas pessoas que a encontraram foram retirados do documento. Autoridades já haviam informado que Brian Hickerson, namorado de idas e vindas de Panettiere, e o irmão dele, Zach, estavam no local.

Questionado sobre a possibilidade de a atriz ter usado drogas ilegais nos dias anteriores à morte, um dos homens disse não ter certeza. Segundo o relatório, ele afirmou que ela era “muito boa em escondê-las”.

Substâncias mencionadas no laudo

O alprazolam, conhecido pela marca Xanax, é um medicamento de tarja preta indicado para o alívio rápido de crises de ansiedade e transtornos de pânico. O metocarbamol é um relaxante muscular vendido sob prescrição médica. A quetiapina, também associada à marca Seroquel, é um antipsicótico destinado ao tratamento de esquizofrenia e transtorno bipolar.

O pai da atriz, Skip Panettiere, lamentou a morte em um comunicado: “É com profunda tristeza que compartilhamos a trágica morte de nossa amada Hayden.”

Carreira na televisão e no cinema

Panettiere começou a trabalhar na televisão aos cinco anos, em 1994, com participações em novelas estadunidenses. Ela integrou One Life to Live, em 27 episódios, e Guiding Light, em 45 episódios.

Seu primeiro destaque de grande alcance no cinema veio em 2000, com Duelo de Titãs. Em 2006, passou a interpretar Claire Bennet em Heroes, série da NBC na qual participou de 73 episódios. No Brasil, a produção foi exibida pelo Universal Channel, pelo Sci Fi Channel e, depois, pela Rede Record.

Entre 2012 e 2018, a atriz protagonizou Nashville como a cantora Juliette Barnes. O papel rendeu duas indicações ao Globo de Ouro. No terror, ficou conhecida como Kirby Reed em Pânico 4, de 2011, e voltou à personagem em Pânico 6, de 2023.

Ela também participou de Princesa do Gelo, de 2005, e protagonizou O Amor em Beverly Hills, de 2007, e Eu Te Amo, Beth Cooper, de 2009.

Livro e vida pessoal

Em maio deste ano, Panettiere publicou This Is Me: A Reckoning, livro autobiográfico em que abordou dificuldades familiares, abuso de álcool e drogas e experiências traumáticas vividas em Hollywood.

Em 2023, ela perdeu o irmão mais novo, Jansen Panettiere, que morreu inesperadamente aos 28 anos por causa de um problema cardíaco. A atriz também teve uma filha, Kaya, fruto do relacionamento com o ex-boxeador ucraniano Wladimir Klitschko. A guarda da menina permaneceu com Klitschko em razão de problemas relacionados à dependência química e à depressão pós-parto.

Seu último trabalho foi o suspense Sleepwalker, de 2026, ainda sem estreia no Brasil. Com uma carreira iniciada na infância e construída ao longo de mais de três décadas, Panettiere ficou associada sobretudo a Claire Bennet, de Heroes, e Kirby Reed, da franquia Pânico.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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