CAMBÉ — O Parque João Paulo II pode se tornar uma área permanente para a soltura de animais silvestres resgatados, apreendidos ou tratados. A proposta é avaliada pela Prefeitura de Cambé e pela UniFil.
Enquanto a parceria é analisada, oito animais foram devolvidos à natureza no parque nesta quarta-feira (16), depois de receberem tratamento no Hospital Veterinário da UniFil. Entre eles estavam três trinca-ferros vítimas de tráfico e maus-tratos, um canário-da-terra retirado irregularmente da natureza, um gambá, uma suindara — também conhecida como coruja-da-igreja — e um gavião-carcará.
A área de soltura permitiria encaminhar ao parque animais resgatados do tráfico, retirados de cativeiros, submetidos a maus-tratos ou envolvidos em acidentes. O retorno ao ambiente natural ocorreria após a reabilitação dos animais.
Parceria no Paraná
No Paraná, a soltura de animais silvestres é realizada por meio de parcerias entre o Instituto Água e Terra (IAT) e instituições conveniadas. O Hospital Veterinário da UniFil está entre essas instituições e atua no tratamento dos animais. A eventual criação da área no Parque João Paulo II ampliaria a função ambiental do espaço, caso a parceria entre a prefeitura e a universidade seja formalizada.



