Nove escolas estaduais retomaram as aulas nesta terça-feira, 15 de setembro, depois de suspenderem total ou parcialmente as atividades presenciais na segunda-feira, (14), por causa dos impactos das fortes chuvas registradas no fim de semana. Outras 18 unidades continuam sem aulas presenciais.
Ao todo, 27 escolas tiveram o funcionamento afetado. As unidades estão vinculadas aos Núcleos Regionais de Educação (NREs) da Área Metropolitana Norte, Ponta Grossa e União da Vitória. A avaliação das condições da rede estadual prossegue com a atuação dos engenheiros dos 32 NREs, que estão em campo ao lado dos chefes dos núcleos.
As equipes orientam as providências necessárias e definem as medidas para a recuperação da estrutura física. Até o momento, não foram identificados danos de maior gravidade. Entre os registros preliminares estão destelhamentos, entupimento de calhas, quedas de muros e árvores obstruindo passagens. O levantamento técnico continuará ao longo da semana, para confirmar a situação de cada unidade, estabelecer os reparos e organizar o retorno gradual das aulas.
Entre as escolas relacionadas no levantamento estão os colégios estaduais Quilombola Diogo Ramos, Santa Bárbara, do Campo Porto Novo, do Campo Augusto Antônio da Paixão, Princesa Isabel, do Campo Castrolanda, José Elias, Prof. Percy Teixeira de Faria e São Francisco de Assis. Também aparecem as unidades do Campo Selbmann, do Campo Guajuvira, do Campo Professora Fabiana Pimentel, do Campo Professor Salvador Alves Sobrinho, do Campo São Sebastião do Maracanã, do Campo Pedro Rufino de Siqueira, Henrique Denck e do Campo Nossa Senhora das Graças.
Situação em União da Vitória
Em União da Vitória, a elevação do nível do rio levou moradores de áreas atingidas por chuvas e alagamentos a abrigos públicos organizados pela Defesa Civil. Alguns colégios estaduais passaram a ser usados temporariamente para acolher as famílias, e as aulas foram suspensas nessas unidades.
O Colégio Estadual Adiles Bordin também interrompeu as atividades após danos causados pelos eventos climáticos. Entre os colégios utilizados como abrigo estão Pedro Stelmachuk, Astolpho Macedo de Souza, Bernardina Schleder, Judith Simas Canellas e Neusa Domit.


