CURITIBA — O Memorial de Curitiba recebe nesta sexta-feira (11) a sétima edição do encontro em comemoração ao Dia do Crochê. Organizado pela ONG Lucianas e Marias, com apoio da Prefeitura de Curitiba, o evento espera reunir cerca de 500 participantes em uma tarde dedicada ao artesanato. A programação é gratuita e tem patrocínio da Supremo Fios.
A psicóloga Valeria Tomasoni, adepta da prática, afirma que o crochê contribui para a coordenação motora e a criatividade. Ela convidou o amigo Maicon Fernandes Santos, cabeleireiro e confeiteiro, para participar do encontro. Para ele, a atividade ajuda a aliviar o estresse, permite criar presentes para a família e favorece a troca de dicas entre os participantes.
A idealizadora do evento, Luciana Cortez, diz que a experiência pessoal com o crochê e os relatos de transformação associados ao artesanato sustentam a continuidade da iniciativa. Meire Cristina Santos, coordenadora da ONG e parceira na organização, também relaciona a prática à própria trajetória. “O crochê foi muito importante para a minha saúde mental porque me mostrou como eu consigo superar desafios”, afirmou.
Participantes de outras cidades
O encontro atraiu grupos e visitantes de diferentes lugares. As catarinenses Juliana Ribeiro, Michele Tavares e Rosana Alves organizaram uma viagem de Joinville a Curitiba para participar da programação. Já Maria do Socorro Borges da Silva, moradora de Palmas, no Tocantins, esteve no evento durante uma visita ao filho, que vive na capital paranaense.
No local, Maria do Socorro conheceu a professora de artes Ana Rita Bochnia. Além de ensinar, Ana Rita produz peças de crochê e customiza roupas de grifes com a técnica. Ela também destacou o caráter de convivência do encontro e apresentou um cardigan feito por suas próprias mãos.
Durante a tarde, a crocheteira Sandra Brum conduziu uma aula coletiva de técnica para ensinar a confecção de uma bolsa. A programação reuniu tanto pessoas experientes quanto participantes interessadas em aprender e fazer novas amizades.


