Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Caiado cobra resposta do STF à população e critica fragilidade institucional

Candidato do PSD à Presidência afirma que a Corte atravessa um momento delicado e defende respostas fora do tribunal.

Caiado diz que STF vive 'momento delicado' e precisa dar satisfação à população | Jovem Pan
Foto: Ronaldo Caiado Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

O candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, afirmou que o Supremo Tribunal Federal atravessa um momento delicado e deve prestar esclarecimentos à população. Em entrevista à Record, ele também defendeu que Senado Federal e Justiça Comum avancem nas investigações relacionadas ao Banco Master.

Caiado disse que, caso chegasse à Presidência, exigiria de qualquer chefe de poder a mesma conduta diante de situações capazes de comprometer a autoridade moral de uma instituição. Para ele, a resposta deveria ser imediata quando a confiança da sociedade nos poderes constituídos estivesse em risco.

“O problema todo é quando você quebra a autoridade moral”, afirmou. Na avaliação do candidato, o envolvimento de autoridades em escândalos pode descredenciar ocupantes de cargos públicos para o exercício de suas funções.

Ao tratar da relação entre democracia e estabilidade institucional, Caiado associou o funcionamento do regime ao respeito às regras e à liturgia do cargo. “A diferença entre a democracia e a barbárie é que a democracia tem regras”, declarou.

Críticas ao Judiciário

O candidato afirmou acreditar que o Supremo vive uma situação de fragilidade institucional. Ele defendeu que eventuais manifestações em defesa de ministros da Corte sejam apresentadas fora do próprio tribunal, enquanto as investigações sobre o Banco Master continuam sob responsabilidade do Senado Federal e da Justiça Comum.

A entrevista será exibida no programa Domingo Espetacular, da Record, neste domingo (6), a partir das 20h30.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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