Uberlândia, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Bazar em Curitiba reúne apoio para tratamento de Davi, de 3 anos

Evento do Desapegue com Herida terá peças de R$ 10 a R$ 39,90, com renda destinada ao tratamento de uma criança com mielomeningocele.

Bazar em Curitiba reúne apoio para tratamento de Davi, de 3 anos

Um bazar beneficente organizado pelo Desapegue com Herida vai destinar sua renda à família de Davi, de 3 anos, diagnosticado com mielomeningocele. O evento será realizado no sábado, 26 de setembro, das 10h às 17h, na Rua Marcelino Champagnat, 280, no bairro Mercês, em Curitiba.

Serão disponibilizadas peças selecionadas com preços entre R$ 10 e R$ 39,90. O valor arrecadado ajudará a custear um tratamento intensivo especializado, voltado à mobilidade, à independência e à qualidade de vida do menino.

Tratamento previsto em quatro módulos

O acompanhamento será realizado em uma clínica especializada, com profissionais de diferentes áreas e equipamentos voltados à reabilitação. Dividido em quatro módulos ao longo de um ano, o tratamento custa R$ 30 mil por módulo e chega a R$ 120 mil no total.

A família busca recursos para viabilizar essa nova etapa. Davi já passou por sete cirurgias, além de internações e períodos em UTI. Desde o nascimento, também realiza consultas, terapias e outros tratamentos relacionados à mielomeningocele.

“Nosso maior sonho é vê-lo conquistando cada vez mais independência”, afirma Ana Carla Coimbra, mãe de Davi. Além do bazar, ela organizou uma vaquinha on-line. As contribuições podem ser feitas com qualquer valor por quem não puder comparecer ao evento.

Idealizado pela empreendedora Herida Demio, o Desapegue com Herida trabalha com moda circular, estimulando o reaproveitamento de peças e o consumo consciente. O brechó também promove edições beneficentes para apoiar diferentes causas.

Nesta edição, a mobilização será destinada ao tratamento de Davi. Herida afirma que a iniciativa pretende ampliar a rede de apoio à família por meio do público que acompanha os bazares. “Cada peça comprada deixa de representar apenas uma escolha de consumo e passa a fazer parte de uma corrente de solidariedade”, diz.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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