A Universidade de São Paulo (USP) ficou na segunda posição do QS Latin America & The Caribbean Ranking de 2026, atrás apenas da Pontifícia Universidade Católica do Chile. A instituição foi novamente a brasileira mais bem colocada na lista, publicada nesta quinta-feira (1º).
O levantamento avaliou 517 instituições de 27 países da América Latina e do Caribe. Entre os oito critérios considerados, a USP obteve a pontuação máxima em cinco: reputação acadêmica, reputação entre empregadores, rede internacional de pesquisa, artigos por docentes e impacto na internet. Citações, proporção de docentes por estudante e titulação do corpo docente também integram a avaliação.
O Brasil teve o maior número de universidades entre as dez primeiras. A Unicamp apareceu em 3º lugar; a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 5º; e a Unesp, em 6º.
Das 137 instituições brasileiras analisadas, 37% perderam posições em relação à edição anterior e 18% avançaram. O ranking passou a incluir 20 novas universidades do país nesta edição.
USP também avança em ranking mundial
No THE World University Ranking, a USP alcançou pela primeira vez uma posição entre as 150 melhores universidades do mundo. A instituição ficou em 141º lugar e foi a mais bem colocada entre as universidades ibero-americanas.
O resultado representa a melhor classificação da USP desde o início da publicação do ranking, em 2012. Na edição anterior, a universidade estava na faixa entre a 201ª e a 250ª posição.
A avaliação internacional distribui 18 indicadores por cinco áreas: ensino, ambiente de pesquisa, qualidade da pesquisa, indústria e internacionalização. Nesta edição, participaram 2.297 instituições de ensino superior de 118 países.
A Unicamp ficou entre as posições 226 e 350; a UFRJ, entre 601 e 650; e a Unesp, entre 651 e 700. Ao todo, 58 instituições brasileiras foram classificadas.
A Universidade de Oxford, no Reino Unido, ocupou o primeiro lugar pelo 11º ano consecutivo. O Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, ficou em 2º, enquanto Princeton e Stanford, também norte-americanas, empataram na 3ª posição.


