A Venezuela enfrentou, em 2026, o pior terremoto de sua história em mais de um século. Nos dias posteriores a 24 de junho, moradores de Caracas e de La Guaira, região mais afetada, procuraram familiares entre os escombros com as próprias mãos, enquanto aguardavam ajuda de outras nações.
Dois meses depois da tragédia, o número de mortos já ultrapassava 6.500, conforme o último levantamento divulgado pelo país. O Banco Mundial estimou em US$19,6 bilhões os danos à infraestrutura, que atingiram casas, escolas e hospitais. O terremoto aprofundou uma crise que se estende por décadas e que, neste ano, também foi marcada pela invasão dos Estados Unidos e pela prisão de Nicolás Maduro.
Crise venezuelana no centro do debate
A situação da Venezuela integra uma edição de atualidades voltada ao Enem e aos vestibulares de 2026. O conteúdo aborda a história do país e uma disputa relacionada a autoritarismo, poder e petróleo. Donald Trump, em seu segundo mandato, aparece como uma das figuras centrais desse cenário.
A política externa norte-americana também é apresentada a partir dos conflitos de Trump com antigos rivais dos Estados Unidos e da inclusão de países que mantinham boas relações com os norte-americanos, como o Brasil, entre os alvos de sua política comercial. Apesar das tarifas impostas por Washington, a balança comercial brasileira continuou apresentando bons resultados.
A edição reúne ainda temas como a ameaça às terras indígenas, o aumento da violência contra a mulher e a epidemia do vício em apostas online, conhecidas como bets. Gráficos, mapas e imagens complementam o material, elaborado para conteúdos cobrados no Enem e nos principais vestibulares do país.
A revista está disponível nas bancas de todo o país e em versão digital, por meio de aplicativo.


