Domingo, 6 de setembro de 2026
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Bring Me the Horizon transforma Rock in Rio em grande roda de mosh

Com participação de fã e declarações de amor ao Brasil, banda britânica conduziu uma apresentação marcada pela interação com o público.

Bring Me the Horizon transforma Rock in Rio em grande roda de mosh

O Bring Me the Horizon conduziu uma das apresentações mais participativas do Rock in Rio ao transformar a plateia do palco Mundo em uma sucessão de rodas de pogo, saltos e bate-cabeças. A banda britânica se apresentou no dia dedicado ao heavy metal, que também reuniu Sepultura e Avenged Sevenfold.

Desde o início, Oliver Sykes conduziu a resposta dos fãs. Ao pedir um mosh pit grande, o vocalista foi atendido, e as rodas se espalharam pelo Parque Olímpico. Durante “Happy Song”, ele se virou de costas e pediu que uma grande roda fosse aberta antes de olhar novamente para o público. O movimento se repetiu ao longo do show, inclusive em áreas distantes do palco.

A comunicação entre artista e plateia também apareceu antes de “Teardrops”, quando Sykes perguntou se os fãs sabiam pular. A resposta veio em coro e manteve a energia da apresentação. O repertório incluiu “Darkside”, “The House of Wolves”, “Kingslayer”, “Dehumanized”, “Kool-Aid”, “Shadow Moses”, “Can You Feel My Heart”, “Doomed”, “Drowned” e “Throne”.

Entre o peso e a catarse

O show apresentou a estética de “Post Human: Next Gen”, com um telão que exibia os integrantes em imagens pixeladas, próximas da aparência de figuras robóticas submetidas a uma varredura digital. A sonoridade percorreu o metal extremo associado ao início da carreira do grupo, refrões pop melódicos e batidas eletrônicas, como as de drum and bass em “Kingslayer”. Os vocais guturais de Sykes permaneceram como elemento central da apresentação.

As letras da banda abordam depressão, sofrimento pessoal, morte e formas catárticas de lidar com essas experiências. No Rock in Rio, esse aspecto apareceu na maneira como o público cantou as músicas em conjunto com o vocalista.

Em um intervalo, Sykes procurou alguém da plateia para dividir os vocais de “Pray for Plagues”. O fã JP subiu ao palco, acompanhou o cantor nos guturais e pediu que o público abrisse novas rodas. O telão reagiu ao desempenho com comentários como “bom”, “perfeito” e “errado”.

Na parte final, Sykes desceu até a plateia, recebeu uma bandeira do Brasil e declarou seu vínculo com o país. “Eu tenho Pix e CPF! Brasil, meu país, te adoro!”, afirmou antes de lembrar que a banda é de Sheffield, na Inglaterra. O vocalista é casado com uma brasileira, mãe de seus filhos, e mantém residência em Taubaté. O maior show do grupo ocorreu em São Paulo, no estádio Nubank Parque, em 2024.

A apresentação terminou sob chuva fina, depois de uma trégua no tempo durante o show.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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