Domingo, 6 de setembro de 2026
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Eclipse solar de 2027 terá mais de seis minutos de totalidade

Fenômeno atravessará uma faixa de aproximadamente 258 quilômetros e será visível em dez países, mas não poderá ser observado do Brasil.

Eclipse solar de 2027 terá mais de seis minutos de totalidade
Foto: NASA/Reprodução

Uma faixa de aproximadamente 258 quilômetros de largura ficará completamente no escuro em 2 de agosto de 2027, durante um eclipse solar que durará 6 minutos e 23 segundos. O fenômeno será o mais longo do século XXI, segundo os dados oficiais da Nasa, e encobrirá integralmente o Sol.

Classificado por astrônomos como o “eclipse do século”, o evento será o mais longo visível em terra firme desde 1991. Uma duração equivalente não deverá ocorrer novamente até 2114.

Países no caminho da sombra

A faixa de totalidade começará no Oceano Atlântico, atravessará o Estreito de Gibraltar e seguirá pelo sul da Espanha e por áreas do norte da África até alcançar o Egito. O fenômeno também poderá ser visto no Marrocos, na Argélia, na Tunísia, na Líbia, na Arábia Saudita, no Iêmen e na Somália.

O ponto de maior duração ficará nos arredores de Luxor, no vale do rio Nilo, onde estão sítios arqueológicos. A região é considerada adequada para a observação porque a cobertura de nuvens historicamente fica abaixo de 10% em agosto. Com essa condição, o eclipse provavelmente alcançará os 6 minutos e 23 segundos totais.

Benghazi, na Líbia, terá mais de 6 minutos de eclipse. Em Jeddah, na Arábia Saudita, a duração ficará próxima de 6 minutos.

Observação a partir do Brasil

O eclipse não será visível no Brasil, que ficará fora das faixas de visibilidade total e parcial. A alternativa para os brasileiros será acompanhar transmissões digitais ao vivo da Nasa ou do Observatório Nacional.

Um fenômeno de magnitude semelhante poderá ser observado em território brasileiro apenas em 12 de agosto de 2045, quando a totalidade deverá ser vista nas regiões Norte e Nordeste.

Texto produzido pela Redação Olhar Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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