VALE DO RIBEIRA — A BR-476 continua com 11 interdições nos municípios de Adrianópolis, Tunas do Paraná, Rio Branco do Sul e Bocaiúva do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou nesta quinta-feira (1°) que acompanha as ocorrências e as intervenções necessárias na rodovia.
As equipes técnicas atuam no monitoramento das condições da estrada, na sinalização, na limpeza da pista, na avaliação dos trechos e na execução de serviços emergenciais. As interdições foram provocadas pelas fortes chuvas que atingiram a região na metade de setembro. Em um dos pontos, parte da rodovia chegou a ceder.
O tráfego foi restabelecido parcialmente em alguns locais, mas os trabalhos de recuperação e estabilização continuam. O DNIT informou que divulgará novas atualizações conforme o avanço das intervenções e a consolidação das informações de campo.
Pontos afetados
Em Adrianópolis, há interdição parcial no km 5,6, com tráfego por uma pista provisória com revestimento primário, devido ao deslizamento de talude adjacente à rodovia. Também estão parcialmente interditados os km 14,5 e 18,9, ambos com passagem em meia pista por causa de deslizamentos de talude.
Em Tunas do Paraná, os km 46,7, 47,3 e 48,7 operam em meia pista após deslizamentos de talude e deposição de material na faixa de rolamento. No km 54,7, a interdição decorre do tombamento de poste de energia elétrica e de deslizamento, com material na pista. Os km 61,0 e 61,1 também têm passagem parcial: o primeiro por queda de poste, com resíduos na pista, e o segundo por deslizamento de talude.
No km 78, em Rio Branco do Sul, a meia pista foi mantida devido a deslizamento com deposição de material na faixa de rolamento. Em Bocaiúva do Sul, o km 89 tem interdição parcial por deslizamento de talude adjacente à rodovia, sem material na faixa de rolamento.
Para viagens de longa distância entre Curitiba e São Paulo, a alternativa indicada é a BR-116, contornando a área atingida. O DNIT orienta que estradas rurais e vias vicinais não sejam usadas como desvios sem orientação das autoridades, devido ao risco de novos deslizamentos e quedas de barreiras.


