A saga iniciada em 1993 com Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros chega a Jurassic World: Recomeço, previsto para 2025, com sete filmes avaliados em uma lista que vai do pior ao melhor. O ranking reserva o primeiro lugar ao longa dirigido por Steven Spielberg e coloca a produção mais recente na última posição.
As últimas posições
Em sétimo lugar está Jurassic World: Recomeço (2025). A história se passa alguns anos depois de Domínio, quando os dinossauros que sobreviveram fora das ilhas começam a morrer por dificuldades de adaptação ao clima. Os animais restantes estão em uma ilha no Equador, onde a InGen mantém criaturas híbridas experimentais. Uma empresa farmacêutica envia uma equipe para obter material genético capaz de contribuir para uma nova droga contra doenças cardíacas.
A avaliação também considera o núcleo formado por uma família atacada pelo Mosassauro e forçada a chegar à ilha. A produção é descrita como pouco inspirada, com efeitos digitais abaixo do padrão da série e criaturas consideradas pouco interessantes.
Jurassic World: Domínio (2022) aparece em sexto lugar. O filme reúne personagens da trilogia original com o elenco da fase Jurassic World. A ameaça central envolve uma praga de gafanhotos, enquanto a narrativa acompanha, em frentes distintas, a investigação do Dr. Grant e da Dra. Ellie Sattler e a busca de Owen e Claire pela filha sequestrada junto com Blue. Apesar dos problemas apontados, a combinação entre efeitos práticos e computação gráfica é destacada entre os aspectos positivos.
Na quinta posição está Jurassic World: Reino Ameaçado (2018). Dirigido por J.A. Bayona, o filme busca aproximar a franquia do suspense e do terror. A erupção do vulcão da Ilha Nublar provoca um debate sobre o destino dos dinossauros, mas a trama incorpora ainda a criação de outro híbrido e a discussão sobre clonagem humana.
Do quarto ao segundo lugar
Jurassic Park III (2001) ocupa a quarta posição. Joe Johnston leva o Dr. Grant à Ilha Sorna, depois que ele é enganado por uma família que procura o filho desaparecido. O passeio aéreo planejado se transforma em uma luta pela sobrevivência. O longa substitui o Tiranossauro pelo Espinossauro, altera características de personagens e utiliza efeitos digitais considerados inferiores, embora seja apresentado como uma aventura direta e honesta.
O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997), dirigido por Steven Spielberg, fica em terceiro lugar. O enredo acompanha o Dr. Ian Malcolm em uma missão na Ilha Sorna, para onde sua namorada foi enviada a fim de documentar os dinossauros em liberdade. A InGen, entretanto, pretende levar algumas espécies ao continente e preparar um novo parque. O filme é elogiado pela integração entre computação gráfica e animatrônicos, além do suspense construído na ilha. A sequência ambientada na cidade é vista como memorável, embora longa.
Em segundo lugar aparece Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros (2015). A produção mostra o parque em funcionamento décadas depois da tragédia original. Quando um híbrido criado para ser letal escapa do recinto, os visitantes passam a correr risco. A presença de Velociraptores treinados por um humano é apontada como uma escolha controversa, mas o parque ativo e a participação de dois irmãos sustentam a aventura.
O primeiro lugar
Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1993) lidera a seleção. Adaptado por Michael Crichton de seu próprio livro, o filme acompanha cientistas convidados para uma ilha onde um bilionário criou um parque de dinossauros clonados. Após os animais escaparem, o grupo precisa sobreviver e buscar ajuda para deixar o local.
A produção de Spielberg é apresentada como um clássico do cinema, especialmente pela combinação entre animatrônicos e efeitos digitais. O resultado redefiniu o modelo de blockbuster e contribuiu para aproximar diferentes gerações da experiência cinematográfica.



